Brasil criou volume suficiente para vencer.
Favoritismo existe. Soberba, não.
A conta cruza o xG criado por jogo com o xGOT sofrido pelo rival. Resultado: Brasil com 53% em 90 minutos, empate em 22% e Noruega em 25%.
O teste de sanidade é o que importa: mesmo cortando 15% do ataque brasileiro e inflando a transição norueguesa, o Brasil continua competitivo. O problema é que a margem encolhe rápido se a perda no meio vira passe vertical.
| Cenário | Brasil | Empate | Noruega |
|---|---|---|---|
| Base | 53% | 22% | 25% |
| Brasil -15% ataque | 49% | 23% | 28% |
| Noruega +15% transição | 51% | 22% | 27% |
| Pior caso combinado | 42% | 24% | 34% |
O Brasil ganhou, mas mostrou onde pode sangrar.
O jogo contra o Japão confirmou volume e controle, mas também deixou claro o risco: quando a posse morre mal, a recomposição fica comprida. Contra a Noruega isso não é detalhe, é o portal do desastre.
Finalizou mais; precisa transformar domínio em placar cedo.
Controle técnico alto, útil para cansar bloco baixo.
Não pode deixar o jogo virar disputa corrida contra a Noruega.
Perda em zona média alimenta transição adversária.
Precisão ainda abaixo do volume criado.
A ameaça é óbvia, e justamente por isso é perigosa.
Haaland é a ponta do arpão. Ødegaard é a mão que aponta. Sørloth, Nusa e Bobb dão as corridas que desmontam cobertura atrasada. A Noruega aceita sofrer sem bola porque confia que poucas chegadas bastam.
Erling Haaland
3.86 xG · 0.22 xA · 52% duelos
Jørgen Strand Larsen
1.04 xG · 0.05 xA · 40% duelos
Oscar Bobb
0.50 xG · 0.37 xA · 55% duelos
Patrick Berg
0.07 xG · 1.44 xA · 43% duelos
Martin Ødegaard
0.82 xG · 0.85 xA · 44% duelos
Alexander Sørloth
0.42 xG · 0.92 xA · 31% duelos
Não marque o Haaland. Corte o garçom.
Haaland concentra 56% dos gols e 46% do xG da Noruega — e isso é um endereço, não só uma ameaça. A cadeia tem três elos: Nyland lança, Ødegaard/Berg/Ryerson criam, Haaland conclui. Zagueiro nenhum vence o terceiro elo sozinho; o jogo do Brasil é matar os dois primeiros.
Onde a Noruega sangra: IEC 76 no corredor do Vinícius.
O índice combina duelos perdidos do lateral, dribles sofridos e a cobertura (inexistente) do ponta. O lado direito deles dá 76/100: Ryerson e Pedersen ganham 29% dos duelos e Sørloth faz 1,2 ação defensiva por 90 minutos. O lado do Wolfe dá 44 — com bônus de 7 faltas cometidas, cartão maduro para o Rayan colher.
O gatilho deles é o nosso passe para trás.
A Noruega pressiona por gatilho: bola rodada para trás ou volante de costas. O IGR ranqueia quem do Brasil corre mais risco ao receber o recuo — Alisson lidera com 21% de erro de passe. E o detalhe de QI: quem pressiona alto de verdade na Noruega é o banco (Bobb 3,07, Schjelderup 2,88 contra 0,39 do Haaland). A saída de bola fica mais perigosa justamente depois das substituições deles.
O treinador do Brasil já jogou este jogo.
Ancelotti não vai estudar a Noruega pela primeira vez nesta semana: ele deu a estreia de Ødegaard no Real aos 16 anos, segurou Haaland sem gol em quatro mata-matas de Champions, levou quatro do Sørloth numa tarde e venceu uma final de Champions atacando o corredor do Ryerson — com gol de Vinícius. Isso não é nostalgia: é scouting vivido, e vale escalação, plano de pressão e discurso de vestiário.

3 assistências · 66% das ações no lado direito
Foi Ancelotti quem o fez estrear no Real Madrid, aos 16 anos e 157 dias (23/05/2015, no lugar de Cristiano Ronaldo) — o debutante mais jovem da história do clube.
Ancelotti conhece o padrão do maestro desde menino. A sombra do Casemiro no meia-direita não é chute: é leitura de uma década.
UEFA · Ødegaard, o mais jovem do Real
5 gols na Copa · 1.36 xGI/90
Em 4 jogos de mata-mata de Champions contra o Real de Ancelotti (semifinal 2023, quartas 2024), Haaland não marcou nenhum gol — e em 2024 o Real eliminou o City nos pênaltis.
A receita que funcionou existe e é do treinador do Brasil: linha disciplinada, zagueiro no corpo e a bola morta na origem.
Transfermarkt · Haaland x Real Madrid
12/23 aéreos · 1.2 ações def/90
Fez 4 gols em 17 minutos contra o Real de Ancelotti (Villarreal 4-4, maio/2024), de cabeça e de área, dias antes da final da Champions.
Ancelotti sabe na pele: Sørloth vivo em bola alta transforma jogo ganho em empate. Dobra no cruzamento é cláusula pétrea.
ESPN · Villarreal 4-4 Real Madrid
driblado 3.5x/90 · 4 chances criadas
Titular do Dortmund na final da Champions 2024, vencida 2-0 pelo Real de Ancelotti — com gol de Vinícius atacando exatamente o corredor dele.
O 1v1 de domingo é reprise de Wembley: Vinícius contra Ryerson, com o mesmo treinador desenhando a isca.
Sky Sports · escalações da final 2024Esse duelo já vem com cicatriz.
Os analistas táticos ajudam a separar medo de estratégia: o Japão foi matchup ruim porque fechou em bloco baixo; a Noruega é mais perigosa, mas pode oferecer o espaço que o Brasil mais gosta. E no centro emocional do jogo existe uma briga conhecida: Gabriel Magalhães contra Haaland.
Brasil x Japão: 2.1 xG, 19 chutes e 17 chances contra um bloco baixo.
A leitura dos analistas bate com o dado: o Japão congestionou entrelinhas e forçou o Brasil a ganhar por fora, com paciência.
Contra a Noruega, não repetir posse lenta de lado a lado: acelerar quando a última linha subir e atacar costas em poucos toques.
Noruega sofre 1.6 xGOT/jogo e perde 10% dos toques.
Os vídeos destacam que seleções mais fortes podem dar o espaço que o Japão não deu: pressão mais alta, ataques longos e costas expostas.
Recuperou, verticaliza com regra: dois ou três toques para chegar à área, mas só se o receptor estiver livre ou no máximo em 1v1.
Brasil x Japão: 104 passes no terço final e 10/39 cruzamentos.
A análise externa apontou o espaço de Danilo/Rayan quando o Japão dobrava em Vinícius. A mesma lógica vale se Nusa/Sørloth afundarem.
Inverter antes da defesa recompor. Se Vini atrai dois, Danilo/Rayan ou Gabriel precisam receber já com vantagem para cruzar cedo.
Gabriel na amostra: 15/18 pelo alto, 46 passes ao terço final.
Contra o Japão, a leitura tática destacou Gabriel caçando referência, cruzando no segundo pau e dando assistência sem perder controle.
Usar Gabriel como zagueiro-agressor: antecipa Haaland, mas só sai da linha com Marquinhos cobrindo e Casemiro pronto para a sobra.
Bruno: 9 chances criadas, 4 assistências e 0.34 xGI/90.
A perda de Paquetá chama substituição, mas tirar Bruno da função de pisar e decidir pode matar o melhor volante da Copa brasileira.
Fabinho entra para dar base; Bruno segue atacando meia-esquerda, último passe e rebote frontal.
Endrick: 6 toques na área em 79 minutos, 4.6 duelos vencidos/90.
A leitura dos vídeos é boa: às vezes o 9 não aparece no chute, mas puxa zagueiro, prende linha e abre o passe do segundo homem.
Endrick é botão de 60-70 minutos: entra para atacar costas, contato e rebote quando a Noruega já estiver pesada.
Plano especial para Gabriel e Haaland
Gabriel tem perfil para esse confronto: corpo, antecipação e gosto pela porrada limpa. Mas esse é exatamente o jogo em que a Noruega vai tentar transformar contato em cartão. O Brasil precisa de Gabriel agressivo, não de Gabriel pilhado.
Gabriel pelo alto: 15/18 (83%); Haaland pelo alto: 10/14 (71%). Haaland tem 1.36 xGI/90.
O Guardian tratou o duelo como batalha que os dois aceitam: Gabriel gosta do confronto e sabe que precisa vencer cada disputa.
Gabriel pode jogar no limite físico, mas a ordem é contato antes da bola chegar, braço baixo depois do apito e zero testa na testa.
The Guardian · Gabriel antes da final da CarabaoHaaland: 5 gols, 21 toques na área e 14 chutes na amostra norueguesa.
A imprensa inglesa descreveu Arsenal x City como luta antiga: camisa rasgada, empurrões, disputa de tronco e Haaland segurando Gabriel para marcar.
Não isolar Gabriel correndo para trás. Marquinhos cobre profundidade; Casemiro fecha segunda bola; Alisson grita bola aérea.
The Independent · City 2 x 1 ArsenalGabriel cometeu 1 falta em 360 minutos na amostra; o problema não é volume, é gatilho emocional.
No reencontro de abril, Gabriel e Haaland levaram amarelo; o VAR manteve a decisão de não expulsar, mas o lance virou debate público.
Primeira falta dura pode existir longe do gol; retaliação não. Se Haaland provocar, Gabriel vira as costas e deixa o árbitro ver.
Sky Sports · debate de vermelhoGabriel venceu 20 duelos e perdeu 4; ele tem corpo para o confronto.
A rivalidade inclui bola atirada em Gabriel em 2024, resposta pública do brasileiro e comemorações provocativas no ciclo Arsenal-City.
Brasil precisa ganhar o duelo e a cabeça. Se o jogo virar teatro, quem compra ingresso é a Noruega.
Goal · histórico da rivalidadeO jogo escondido é no alto, na canela e na segunda bola.
Contra a Noruega, bola parada não é detalhe de preparador: é o lugar onde Haaland, Sørloth e Ajer transformam jogo morno em 1–0. A Noruega tem 1,87m de média — a seleção mais alta da Copa — mas Gabriel vence 83% dos duelos aéreos, mais que qualquer torre deles. O Brasil tem que aceitar uma marcação mais sul-americana: setorizada, pesada, inteligente, sem deixar a jogada virar cruzamento limpo.
A Noruega tem volume e corpo para transformar cruzamento ruim em segunda bola. O Brasil não pode aceitar duelo alto parado.
Defender com bloqueio de corrida, primeira trave agressiva e zagueiro atacando a bola antes do centroavante.
O cruzamento alto favorece a Noruega. Para um ataque mais baixo, o valor está no passe rasteiro atrasado e no cutback.
Cruzar por baixo: linha de fundo, passe atrás do zagueiro, finalização de primeira e rebote frontal ocupado.
Escanteio contra Haaland/Sørloth/Ajer é lance de xG escondido. Não é apêndice: é fase do jogo.
Treinar bloqueios, segunda bola, saída curta e variação rasteira; Alisson com zona de soco e zagueiros atacando canela/rebote.
A Noruega vive da aceleração limpa. Falta tática inteligente antes da zona vermelha vale mais que carrinho heroico dentro dela.
Pressão setorizada pesada: encostar, travar giro, falta curta sem cartão e recomposição imediata.
O Brasil precisa defender antes da finalização: interceptar o cruzamento, não rezar no cabeceio.
Extremo acompanha lateral, volante fecha meia-lua, zagueiro do lado ataca a origem e o oposto protege segunda trave.
Passe sem vantagem vira transição. O passe bom é o que chega com 1v1 ou homem livre; se chega com 2 na zona, é presente.
Atrair antes de acelerar: esperar a pressão chegar para abrir lado oposto e só verticalizar com receptor em vantagem.
Brasil gera 5.5 escanteios/jogo.
Primeira variação: bloqueio para Gabriel no segundo pau. Segunda: rasteiro na meia-lua para Bruno/Casemiro.
Evitar bola alta previsível contra Ajer/Haaland/Sørloth.
Noruega gera 4.2 escanteios/jogo e 54% no alto.
Misto: Gabriel em Haaland, Marquinhos zona central, Casemiro na sobra, Alisson dono da pequena área.
Não conceder segunda bola frontal; falta tática no rebote se a Noruega encaixar transição.
Noruega soma 46 cruzamentos na amostra.
Linha sobe só depois do contato; zagueiro oposto protege segunda trave; ponta fecha cobrança curta.
Sem correr para dentro do próprio gol: atacar trajetória antes da marca do pênalti.
Brasil tem 45 cortes de cabeça: zagueiros atacam bem bola aérea defensiva.
Usar zagueiros como isca e procurar cutback de falta curta para chute/cross rasteiro.
Se Neymar estiver em campo, ele cobra pênalti e falta frontal; escanteio pode ser curto para Vini.
O mapa manda o Brasil bater no lado certo.



Sobrecarregar a esquerda, finalizar por dentro.
A recomendação é criar superioridade no corredor esquerdo com Vinícius, Douglas Santos e Bruno chegando por trás; mas a finalização precisa acabar no centro, com Cunha atacando o primeiro espaço e Endrick pronto para mudar o ritmo.
O que precisa ser treinado, não só falado.
O Brasil falhou demais em passe sem vantagem, leitura do momento do passe e prevenção de transição. O treino tem que simular a sujeira real do jogo: marcador chegando, contato, cruzamento, segunda bola, fadiga e decisão sob pressão.
Passe com vantagem
Brasil: 90% de passe, mas 6% perda/toque.
Treino: Rondo posicional 7v5: só pontua passe que elimina linha ou deixa receptor 1v1.
Regra de jogo: Proibido passe vertical em zona com 2 marcadores sobre o receptor.
Atrair ou afastar marcadores
Noruega concede 1.6 xGOT/jogo: dá para abrir a defesa se a pressão for atraída.
Treino: Circuito: zagueiro atrai, volante fixa, inversão curta, Vini/Rayan atacam 1v1.
Regra de jogo: Esperar marcador pisar no gatilho antes do passe de ruptura.
Roubada estratégica
Noruega tem 10% perda/toque e 85% de passe.
Treino: Armadilha setorial na lateral: ponta fecha linha, lateral aperta costas, volante caça rebote.
Regra de jogo: Recuperou: primeiro passe vertical só se houver vantagem máxima de 1v1.
Falta para parar jogada
Noruega gera 2.1 xG/jogo.
Treino: Treino de falta tática: contato de corpo, sem carrinho, antes do corredor central acelerar.
Regra de jogo: Falta aceitável até 40m do gol; proibida na meia-lua e no corredor de cruzamento.
Interceptar cruzamento
Noruega tenta 46 cruzamentos; Brasil tem 80 cortes.
Treino: Defesa de corredor: bloquear origem, atacar primeira trave, volante na sobra da meia-lua.
Regra de jogo: A bola não pode chegar limpa no duelo Gabriel/Marquinhos x Haaland.
Antecipação e impulso pelo alto
Haaland: 1.36 xGI/90; Noruega vence 54% das disputas aéreas.
Treino: Bloco de impulsão: corrida curta, contato antes do salto e cabeceio orientado para lateral.
Regra de jogo: Zagueiro não espera; ataca a trajetória e o goleiro comanda zona pequena.
Cruzamento por baixo
Brasil acertou 17/76 cruzamentos.
Treino: Sequência de cutback: Vini/Rayan linha de fundo, Cunha primeiro pau, Bruno/Casemiro rebote.
Regra de jogo: Chuveirinho só com zagueiro no abafa; padrão principal é rasteiro atrasado.
Goleiro + zagueiros em bola parada
Noruega: 4.2 escanteios/jogo.
Treino: Alisson treina saída em cruzamento com Gabriel/Marquinhos bloqueando centroavante.
Regra de jogo: Na pequena área, goleiro decide: encaixa, soca lateral ou zagueiro limpa a canela.
Pênaltis e prorrogação
Mata-mata não acaba aos 90; fadiga altera passe, impulso e tomada de decisão.
Treino: Bateria diária curta: 5 cobranças pós-treino cansado + scout do goleiro rival.
Regra de jogo: Guardar uma troca para 105+ se houver batedor superior ou perna morta no lateral.
Endrick ganhou informação; ainda não ganhou a camisa.
Endrick é arma, não argumento para começar.
Sem Raphinha e Paquetá, o Brasil perde criação limpa e bola parada. A tentação é buscar ruptura imediata, mas o dado ainda favorece Cunha como 9 inicial. Endrick entra como faca para o segundo tempo: profundidade, pressão curta e ataque ao rebote.
No Brasil x Japão: 45 min, 0.08 xG.
| Métrica | Endrick | Cunha |
|---|---|---|
| Minutos | 79 | 235 |
| xGI/90 | 0.10 | 0.57 |
| xG | 0.08 | 1.39 |
| Chutes no alvo | 0 | 5 |
| Toques na área | 6 | 11 |
Sem Paquetá e Raphinha: menos talento solto, mais estrutura.
XI: Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel, Douglas Santos; Casemiro, Bruno Guimarães, Fabinho; Rayan, Matheus Cunha e Vinícius Júnior.
- Alisson Becker Escolha por FGT, encaixe de função e segurança.
- Danilo Escolha por FGT, encaixe de função e segurança.
- Marquinhos Escolha por FGT, encaixe de função e segurança.
- Gabriel Escolha por FGT, encaixe de função e segurança.
- Douglas Santos Escolha por FGT, encaixe de função e segurança.
- Casemiro Escolha por FGT, encaixe de função e segurança.
- Bruno Guimarães Escolha por FGT, encaixe de função e segurança.
- Fabinho Vaga do Paquetá: leva pela segurança (93% de passe, 11,4 ações def/90); Danilo é a opção de energia e Neymar o cenário B por um tempo.
- Rayan Raphinha fora: abre o lado direito e pressiona o lateral.
- Matheus Cunha Os números sustentam: mais xGI, chute no alvo e presença de área.
- Vinícius Júnior Plano principal: isolar 1v1 no corredor esquerdo.
A vaga do Paquetá: Fabinho, Danilo ou Neymar?
Três respostas possíveis para o mesmo buraco, e elas não competem: descrevem cenários. Fabinho é o titular indicado pelo dado — 93% de passe, 6,5% de erro e 11,4 ações defensivas/90, exatamente o antídoto contra o gatilho norueguês. Danilo é energia sem lastro estatístico (20 minutos na Copa). E Neymar é o cenário B: se estiver clinicamente apto, joga um tempo — dificilmente os 90 — na função do Paquetá, com zona protegida e Fabinho entrando no intervalo em que ele sair. Se o jogo estiver físico demais para começar, ele vira a arma da prorrogação: perna fresca, último passe e o pênalti premium.
| Nome | Min | Passe | Erro | Def/90 | Chances | Leitura |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Fabinho Titular indicado | 71 | 93% | 7% | 11.4 | 0 | Perfil de base: entra para proteger a transição e liberar Bruno. Amostra curta, mas consistente com a função. |
| Danilo Alternativa de energia | 20 | 60% | 40% | 4.5 | 0 | Aposta sem lastro: 20 minutos na Copa. Mordida existe (4,5 desarmes/90), mas 60% de passe é risco na saída contra o gatilho. |
| Neymar Cenário B · meia-esquerda | 14 | 92% | 8% | 0.0 | 3 | 3 chances criadas em 14 minutos. Se o corpo permitir, joga um tempo na função do Paquetá; senão, é a arma guardada da prorrogação. |

Alisson Becker
Pega Erling Haaland
1.36 xGI/90 · 52% duelos
Sólido
100% duelos · 79% passe

Danilo
Pega Antonio Nusa
0.11 xGI/90 · 41% duelos
Sólido
42% duelos · 89% passe

Marquinhos
Pega Erling Haaland
1.36 xGI/90 · 52% duelos
Sólido
73% duelos · 96% passe

Gabriel
Pega Erling Haaland
1.36 xGI/90 · 52% duelos
Sólido
83% duelos · 96% passe

Douglas Santos
Pega Oscar Bobb
0.63 xGI/90 · 55% duelos
Sólido
68% duelos · 93% passe

Casemiro
Pega Patrick Berg
0.58 xGI/90 · 43% duelos
Sofre drible
1.6 dribles sofridos/90

Bruno Guimarães
Pega Patrick Berg
0.58 xGI/90 · 43% duelos
Sofre drible
1.1 dribles sofridos/90

Fabinho
Pega Patrick Berg
0.58 xGI/90 · 43% duelos
Sólido
50% duelos · 93% passe

Rayan
Pega Fredrik André Bjørkan
0.02 xGI/90 · 50% duelos
Sólido
62% duelos · 93% passe

Matheus Cunha
Pega Kristoffer Ajer
0.09 xGI/90 · 83% duelos
Sólido
57% duelos · 88% passe

Vinícius Júnior
Pega Kristoffer Ajer
0.09 xGI/90 · 83% duelos
Perda de posse
15% perda por toque
O que fazer no domingo.
Mandamentos
Proibições
Veredito: Brasil deve jogar para vencer em 90. O plano não é “parar Haaland”; é impedir que a Noruega entregue a bola limpa para ele. Mata a origem, não o monstro da área.
O plano tem que sobreviver aos 120 minutos.
Treinar pênalti é obrigatório, mas o detalhe de QI é treinar a chegada nos pênaltis: quem entra, quem fica em campo cansado, quem protege o lado que morreu e quem ainda tem perna para cobrar. Neymar entra na matriz como batedor premium se estiver clinicamente apto.
Se empatado: Endrick ataca profundidade e, se o jogo pedir último passe, Neymar assume a meia esquerda; se vencendo: 4-1-4-1 sem rifar bola.
Não gastar todas as trocas antes de saber se haverá prorrogação.
Bloco médio pesado, estilo Libertadores: contato, setor fechado, passe vertical só com vantagem.
Noruega cansada fica ainda mais direta; proteger cruzamento e segunda bola.
Uma troca guardada para perna ou pênalti. Neymar entra se estiver clinicamente apto e o jogo pedir batedor.
Se Neymar entra, precisa zona protegida: sem pedir recomposição longa.
Ordem sugerida: Neymar, Casemiro, Vinícius, Bruno Guimarães, Matheus Cunha; depois Endrick/Rayan/Gabriel.
Alisson treina scout de canto + espera curta; batedores cobram cansados no treino.
Heatmaps individuais
Brasil
Alex Sandro (6) · escocia
Alisson Becker (1) · escocia
Alisson Becker (1) · haiti
Alisson Becker (1) · marrocos
Alisson Becker (1) · japao
Bruno Guimarães (8) · escocia
Bruno Guimarães (8) · haiti
Bruno Guimarães (8) · marrocos
Bruno Guimarães (8) · japao
Casemiro (5) · escocia
Casemiro (5) · haiti
Casemiro (5) · marrocos
Casemiro (5) · japao
Danilo (13) · escocia
Danilo (13) · haiti
Danilo (13) · marrocos
Danilo (13) · japao
Danilo (18) · haiti
Danilo (18) · marrocos
Danilo (18) · japao
Douglas Santos (16) · escocia
Douglas Santos (16) · haiti
Douglas Santos (16) · marrocos
Douglas Santos (16) · japao
Endrick (19) · escocia
Endrick (19) · haiti
Endrick (19) · japao
Fabinho (17) · escocia
Fabinho (17) · marrocos
Fabinho (17) · japao
Gabriel (3) · escocia
Gabriel (3) · haiti
Gabriel (3) · marrocos
Gabriel (3) · japao
Gabriel Martinelli (22) · escocia
Gabriel Martinelli (22) · haiti
Gabriel Martinelli (22) · japao
Igor Thiago (25) · marrocos
Lucas Paquetá (20) · escocia
Lucas Paquetá (20) · haiti
Lucas Paquetá (20) · marrocos
Lucas Paquetá (20) · japao
Luiz Henrique (21) · marrocos
Marquinhos (4) · escocia
Marquinhos (4) · haiti
Marquinhos (4) · marrocos
Marquinhos (4) · japao
Matheus Cunha (9) · escocia
Matheus Cunha (9) · haiti
Matheus Cunha (9) · marrocos
Matheus Cunha (9) · japao
Neymar (10) · escocia
Raphinha (11) · haiti
Raphinha (11) · marrocos
Rayan (26) · escocia
Rayan (26) · haiti
Rayan (26) · japao
Roger Ibañez (24) · marrocos
Vinícius Júnior (7) · escocia
Vinícius Júnior (7) · haiti
Vinícius Júnior (7) · marrocos
Vinícius Júnior (7) · japao
Éderson (2) · haitiNoruega
Alexander Sørloth (7) · unknown
Alexander Sørloth (7) · unknown
Alexander Sørloth (7) · unknown
Andreas Schjelderup (21) · unknown
Andreas Schjelderup (21) · unknown
Andreas Schjelderup (21) · unknown
Andreas Schjelderup (21) · unknown
Antonio Nusa (20) · unknown
Antonio Nusa (20) · unknown
Antonio Nusa (20) · unknown
Antonio Nusa (20) · unknown
David Møller Wolfe (5) · unknown
David Møller Wolfe (5) · unknown
David Møller Wolfe (5) · unknown
Egil Selvik (13) · unknown
Erling Haaland (9) · unknown
Erling Haaland (9) · unknown
Erling Haaland (9) · unknown
Fredrik André Bjørkan (15) · unknown
Fredrik Aursnes (14) · unknown
Fredrik Aursnes (14) · unknown
Fredrik Aursnes (14) · unknown
Fredrik Aursnes (14) · unknown
Henrik Falchener (25) · unknown
Jens Petter Hauge (23) · unknown
Julian Ryerson (26) · unknown
Julian Ryerson (26) · unknown
Jørgen Strand Larsen (11) · unknown
Kristian Thorstvedt (18) · unknown
Kristian Thorstvedt (18) · unknown
Kristoffer Ajer (3) · unknown
Kristoffer Ajer (3) · unknown
Kristoffer Ajer (3) · unknown
Leo Østigard (4) · unknown
Leo Østigard (4) · unknown
Leo Østigard (4) · unknown
Marcus Holmgren Pedersen (16) · unknown
Marcus Holmgren Pedersen (16) · unknown
Marcus Holmgren Pedersen (16) · unknown
Martin Ødegaard (10) · unknown
Martin Ødegaard (10) · unknown
Martin Ødegaard (10) · unknown
Morten Thorsby (2) · unknown
Oscar Bobb (22) · unknown
Oscar Bobb (22) · unknown
Oscar Bobb (22) · unknown
Oscar Bobb (22) · unknown
Patrick Berg (6) · unknown
Patrick Berg (6) · unknown
Patrick Berg (6) · unknown
Patrick Berg (6) · unknown
Sander Berge (8) · unknown
Sander Berge (8) · unknown
Sander Berge (8) · unknown
Sondre Klingen Langås (24) · unknown
Thelo Aasgaard (19) · unknown
Torbjørn Heggem (17) · unknown
Torbjørn Heggem (17) · unknown
Torbjørn Heggem (17) · unknown
Ørjan Håskjold Nyland (1) · unknown
Ørjan Håskjold Nyland (1) · unknown
Ørjan Håskjold Nyland (1) · unknownComo a conta foi feita.
Banco: build/footgametheory.sqlite. Dados locais: data/16avos + data/oitavas, 263 registros jogador-jogo, 188 heatmaps e 11 recortes time-jogo.
FGT Index: percentil por função com shrinkage por minutos. Poisson: λ = média geométrica entre xG criado/jogo e xGOT sofrido pelo rival. Stress test: reexecuta a simulação punindo ataque brasileiro e inflando transição norueguesa.
Contexto externo checado em 30/06/2026: jogo reportado para domingo, 05/07/2026; Paquetá com dores e dúvida/fora das oitavas; Raphinha tratado como retorno incerto no momento do laudo. Links: Band, Folha.